Olhe para ela!

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  "Ver o outro de verdade é um sinal de carinho e de respeito..." Toda questão complicada tem uma resposta simples, e ela, invariavelmente, está errada.  Eu me lembrei dessa velha ironia na segunda-feira, no Rio de Janeiro, quando um rapaz se aproximou durante o lançamento do meu livro e disse que gostaria de fazer uma pergunta. Mesmo antevendo uma situação embaraçosa, eu concordei, e ouvi o seguinte: se eu tivesse de dar um único conselho para ajudá-lo num relacionamento, qual seria?  Pense no que vocês diriam no meu lugar. Eu, posto na situação sem aviso prévio, respondi sem hesitar: “Preste atenção nela. Tente entendê-la. Descubra o que ela pensa e o que ela sente.”  O rapaz ensaiou outras perguntas, mas, como havia uma fila atrás dele, a conversa acabou por ali. Ele foi embora, não inteiramente satisfeito, e eu segui dando autógrafos e conversando com as pessoas, meio incomodado – com a pergunta dele, com a minha resposta e com a situação desconhecida do rapaz, q...

Vai!!!


Espera aí,

Nem vem com essa história Eu nem quero ouvir

Não dá pra te esquecer agora Como assim?

Você disse que me amava tanto ontem

Eu juro que ouvi

Calma aí! Que diabo você tá dizendo agora? Que onda é essa de outro lance pra viver?

Você nem pode tá falando sério

Vivi pra você

Morri pra você

Pois então vai A porta esteve aberta o tempo todo, sai

O que está esperando? Você sabe voar

Então tá bom

É, senta e conta logo tudo devagar Não minta, não me faça suportar

Você caindo nesse abismo enorme Tão fora de mim

Tá legal É, e eu faço o quê com a nossa vida genial? Cê vai viver pra outra vida E eu fico aqui

Na vida que ficou em minha vida Tão perto de mim Tão longe de mim

Pois então vai, a porta esteve aberta o tempo todo Sai! Quem tá lhe segurando? Você sabe voar Mas se quiser, vai A porta na verdade nem existe, sai O que está esperando?

Você sabe voar De volta pra mim De volta pra mim...

Putz...

Ana Carolina

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